Tudo sobre o lindo Jardim Botânico do Rio de Janeiro

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é uma das atrações mais tradicionais da cidade e um dos mais importantes centros de pesquisa e conservação da flora do Brasil.

Interior do Jardim Botânico

Criado há mais de 200 anos, o espaço reúne jardins, lagos, construções históricas e milhares de exemplares vegetais, sendo um passeio que combina natureza, história, ciência e algumas das paisagens mais bonitas do Rio. 😍

É um passeio que vale tanto para quem visita a cidade pela primeira vez quanto para quem deseja conhecer um Rio mais tranquilo e distante das praias e dos pontos turísticos mais movimentados.

Interior do Jardim Botânico
Interior do Jardim Botânico

  • História do Jardim Botânico

A história do Jardim Botânico do Rio de Janeiro começa em 1808, mesmo ano da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil.

Interior do Jardim Botânico

Na região da Lagoa Rodrigo de Freitas, onde anteriormente funcionava um engenho de cana-de-açúcar, D. João instalou a Real Fábrica de Pólvora e, em 13 de junho de 1808, determinou a criação de um jardim destinado à aclimatação de espécies vegetais trazidas de outras partes do mundo.

Interior do Jardim Botânico

Inicialmente conhecido como Jardim de Aclimação e depois como Real Horto, o espaço tinha como principal objetivo adaptar ao clima brasileiro plantas de interesse econômico, especialmente especiarias orientais, como canela, pimenta e baunilha.

Com o tempo, também recebeu espécies como chá, noz-moscada, lichia e fruta-pão, além das famosas palmeiras-imperiais, que se tornariam um dos grandes símbolos do local.

Interior do Jardim Botânico

Após a Independência do Brasil, em 1822, o Jardim foi aberto à visitação pública. Dois anos depois, em 1824, o botânico Frei Leandro do Sacramento assumiu sua direção e iniciou uma fase importante de desenvolvimento científico.

Interior do Jardim Botânico

Durante sua administração, foram ampliadas as coleções, realizadas pesquisas e experimentações e criados elementos paisagísticos, incluindo lagos e cascatas. O Jardim passou também a ganhar reconhecimento entre naturalistas e pesquisadores estrangeiros.

Interior do Jardim Botânico
Interior do Jardim Botânico

No final do século XIX, já durante a República, a instituição ganhou novo impulso científico sob a direção do botânico João Barbosa Rodrigues, responsável pela criação do herbário e da biblioteca e pela reorganização das estufas e viveiros. Ao longo do século XX, o Jardim Botânico consolidou-se como referência no estudo da flora brasileira.

Interior do Jardim Botânico

Em 1995, passou a se chamar oficialmente Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Atualmente, além de um dos principais pontos turísticos da cidade, é uma importante instituição científica dedicada à botânica, conservação da biodiversidade e preservação da flora brasileira, mantendo viva uma história iniciada há mais de dois séculos.

Interior do Jardim Botânico
Interior do Jardim Botânico
Interior do Jardim Botânico

  • Onde fica?

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro fica na Zona Sul do Rio de Janeiro, no bairro Jardim Botânico, próximo à Lagoa Rodrigo de Freitas, à Gávea e ao Parque Lage.

Rua Jardim Botânico

O principal acesso fica na Rua Jardim Botânico, 1008, onde há bilheteria e entrada diária. Também existem acessos pela Rua Pacheco Leão, além de uma segunda entrada na Rua Jardim Botânico, nº 920, aberta aos sábados, domingos e feriados.


  • Como chegar?

  • De carro

O acesso é fácil pela Rua Jardim Botânico.

O parque não possui estacionamento regular para visitantes, mas é possível utilizar o estacionamento do Jockey Club, com entradas pela Rua Jardim Botânico, 1003, e Praça Santos Dumont, 31. Visitantes do Jardim Botânico podem solicitar um selo na bilheteria para obter desconto.

Outra possibilidade é utilizar as vagas do sistema Rio Rotativo na Praça Santos Dumont.

Durante a minha viagem, como estava hospedado no Leblon, optei por um Uber e o trajeto foi super tranquilo.

Entrada oficial do Jardim Botânico
Uma das antigas entradas do Jardim Botânico
  • De metrô

Não existe uma estação de metrô ao lado do Jardim Botânico. Para quem utiliza transporte público, uma das opções mais práticas é desembarcar na Estação Botafogo, atendida pelas linhas 1 e 2, e continuar de ônibus até o Jardim Botânico.

A linha 548 liga o Metrô Botafogo à região e passa pelo Jardim Botânico. Outra possibilidade é utilizar as integrações de transporte que atendem a região da Gávea e do Jardim Botânico.

  • De ônibus

Diversas linhas passam pela região. Entre as opções informadas pelo próprio Jardim Botânico estão as linhas 105, 112, 309, 410, 439, 538, 548, 583 e 584, além de outras linhas que passam nas proximidades da Rua Pacheco Leão. Como os itinerários podem sofrer alterações, vale conferir a rota no dia da visita.

Rua Jardim Botânico

  • Quanto custa e onde comprar?

Em 2026, o ingresso para visitantes residentes no Brasil custa R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada).

Visitantes estrangeiros pagam R$ 80,00.

Crianças de até 5 anos têm gratuidade.

Estudantes, pessoas com mais de 60 anos, pessoas com deficiência e outros públicos previstos nas regras de meia-entrada pagam R$ 20,00, mediante comprovação.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pela internet, com pagamento via Pix ou cartão, ou diretamente nas bilheterias.

Para evitar filas, principalmente aos finais de semana e feriados, vale comprar antecipadamente.

Comprar ingresso para o Jardim Botânico!


  • Horários

O Jardim Botânico funciona de:

  • Quinta a terça-feira: das 8h às 17h
  • Quarta-feira: das 11h às 17h

O horário diferenciado de quarta-feira ocorre devido aos trabalhos de manutenção realizados pela manhã.

Já o Museu do Jardim Botânico funciona de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h, permanecendo fechado às quartas-feiras.

Recomendo reservar pelo menos 2 a 3 horas para conhecer o Jardim Botânico com tranquilidade. Quem gosta de fotografia, história e natureza pode facilmente passar uma manhã ou uma tarde inteira por lá – eu passei mais de 3 horas lá e não conheci tudo hehe.


  • O que visitar no Jardim Botânico?

  • Alameda das Palmeiras Imperiais

A Alameda das Palmeiras Imperiais, oficialmente chamada Aléa Barbosa Rodrigues, é provavelmente o cenário mais famoso do Jardim Botânico. Os 740 metros de extensão da alameda é cercada dos dois lados por grande palmeiras imperiais.

Sua história está ligada à Palma Mater, primeiro exemplar da espécie cultivado no Brasil, plantado no Jardim Botânico por D. João em 1809. A palmeira deu origem às gerações que posteriormente se espalharam pelo país.

A alameda propriamente dita começou a ganhar sua configuração em 1842, quando o então diretor Bernardo Serpa Brandão determinou o plantio de mudas descendentes da Palma Mater ao longo do caminho principal.

Em 1951, o conjunto foi renovado com o plantio de 234 novas palmeiras nos espaços entre os exemplares antigos, em uma cerimônia que contou com a presença do presidente Getúlio Vargas. Por isso, atualmente é possível perceber palmeiras de diferentes alturas e gerações ao percorrer a alameda.

Já o nome da alameda é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, diretor da instituição entre 1890 e 1909.

  • Lago Frei Leandro

Conhecido como Lago das Vitórias-Régias, devido as suas inúmeras vitórias-régias e ninfeias, o lago foi projetado durante a administração de Frei Leandro, período em que foram realizadas diversas melhorias no Jardim.

No centro do lago está uma escultura em ferro da deusa Tétis, obra atribuída ao escultor francês Louis Savageau.

  • Cômoro de Frei Leandro do Sacramento

Esse monumento presta homenagem ao Frei Leandro do Sacramento, botânico que dirigiu a instituição entre 1824 e 1829 e teve papel importante na transformação e organização paisagística do Jardim.

  • Orquidário

 Instalado em uma grande estufa, o espaço reúne exemplares de diferentes espécies de orquídeas, incluindo plantas nativas e exóticas, além de híbridos que chamam atenção pela diversidade de formas, tamanhos e cores.

  • Bromeliário

Espaço dedicado às bromélias, grupo de plantas muito associado às paisagens tropicais brasileiras. A coleção ajuda a mostrar a diversidade de formatos, tamanhos e adaptações dessas espécies.

  • Jardim Japonês

O Jardim Japonês remonta a 1935, quando uma Missão Econômica Japonesa visitou a instituição e doou cerca de 65 mudas de espécies típicas do Japão, dando início à criação do espaço.

Em 1995, o jardim foi reinaugurado pela princesa Sayako, filha do então imperador Akihito, durante as comemorações dos 100 anos do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão.

  • Chafariz das musas

O Chafariz das Musas, também conhecido como Chafariz Central, foi feito em ferro fundido na cidade de Derby, na Inglaterra, foi idealizado pelo inglês Herbert W. Hogg e originalmente instalado no Largo da Lapa, no centro do Rio.

Em 1895, durante a administração do botânico João Barbosa Rodrigues, foi transferido para o Jardim Botânico.

  • Jardim Sensorial

Inaugurado em 1995, foi projetado especialmente para proporcionar às pessoas com deficiência visual uma experiência mais próxima com a natureza, embora atualmente seja destinado a todos os visitantes.

Diferentemente de um jardim convencional, nele o visitante é incentivado a tocar, sentir e cheirar as plantas, explorando principalmente o tato e o olfato. Os canteiros reúnem espécies com diferentes texturas, formas, tamanhos, aromas e cores, incluindo plantas medicinais, aquáticas e utilizadas na culinária, como manjericão, alecrim, sálvia e menta.

  • Casa dos Pilões

O Sítio Arqueológico Casa dos Pilões fazia parte da Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas, criada por D. João em 1808, logo após a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil.

Originalmente chamada de Oficina do Moinho dos Pilões, era justamente onde ocorria uma das etapas mais perigosas da fabricação da pólvora: a compactação da mistura de salitre, enxofre e carvão. Grandes pilões com extremidades de bronze, movimentados pela força de uma roda d’água, comprimiam essa mistura em recipientes instalados no piso da oficina.

Depois da desativação da fábrica, o prédio teve diferentes funções, servindo como residência, depósito, laboratório e até Museu Botânico. A partir de 1984, passou por um processo de restauração acompanhado de pesquisas arqueológicas, que revelaram estruturas originais utilizadas na produção da pólvora.

  • Portal da Academia Imperial de Belas Artes

Projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny, integrante da Missão Artística Francesa de 1816, fazia parte da fachada do edifício da Academia Imperial de Belas Artes inaugurado por D. Pedro I em 5 de novembro de 1826, no Centro do Rio.

O prédio, de inspiração neoclássica, teve papel fundamental na formação de artistas e arquitetos brasileiros ao longo do século XIX.

Após a Academia deixar sua antiga sede, o edifício acabou sendo demolido no final da década de 1930, mas seu monumental pórtico de granito foi preservado. Ele foi desmontado e posteriormente reconstruído no Jardim Botânico, onde permanece até hoje, no final da Alameda das Palmeiras Imperiais.

  • Estufa de plantas insetívoras

No local são cultivadas diferentes espécies de plantas carnívoras ou insetívoras, que desenvolveram mecanismos especializados para capturar e digerir pequenos animais, principalmente insetos, complementando assim a obtenção de nutrientes.

Entre os exemplares encontrados na coleção estão plantas do gênero Nepenthes, conhecidas por suas folhas modificadas em forma de jarro, que funcionam como armadilhas.

  • Estufa das Samambaias

Em seu interior são cultivadas diferentes espécies de samambaias e licófitas, grupos de plantas vasculares muito antigos que se reproduzem por esporos, e não por flores ou sementes. O próprio Jardim Botânico desenvolve pesquisas sobre a diversidade, evolução e conservação dessas plantas.

  • Ruínas da Antiga Fábrica de Pólvora

A fábrica foi criada por D. João em 1808, no mesmo contexto da fundação do Jardim Botânico, e produzia pólvora a partir da mistura de salitre, enxofre e carvão.

O conjunto era formado por diferentes instalações, entre elas a Casa de Pólvora, a Casa do Salitre e a Casa dos Pilões. Em 1831, uma grande explosão destruiu parte das estruturas, deixando como remanescentes os muros de pedra e o antigo portal, que possui o brasão da Coroa Portuguesa.

Antigo Portal
  • Fonte anjo com peixe

Réplica da obra “Il Puto Col Delfino”, de autoria de Andréa Verrocchio (1435–1488), cujo original se encontra no Palazzo Vecchio, em Florença, Itália. A fonte adquirida pelo diretor Osvaldo Bastos de Menezes entre 1975 e 1979.

  • Casa Pacheco Leão

Localizada no chamado Corredor Cultural do Jardim, foi residência do médico Antônio Pacheco Leão, que dirigiu o Jardim Botânico entre 1915 e 1931. Posteriormente, o imóvel também abrigou laboratórios de pesquisa e o Núcleo de Educação Ambiental da instituição.

Atualmente, funciona como espaço cultural e expositivo, integrando história, ciência e botânica. Entre os elementos preservados está a mesa de trabalho de Pacheco Leão.

  • Biblioteca Barbosa Rodrigues

Criada em 23 de junho de 1890, durante a gestão do botânico João Barbosa Rodrigues, teve como núcleo inicial livros pertencentes a D. Pedro II, doados pela Família Imperial após a Proclamação da República.

Ao longo de mais de um século, a coleção foi ampliada com livros, periódicos científicos, teses, dissertações, documentos e outras publicações nacionais e estrangeiras.

Segundo o Jardim Botânico, seu acervo reúne cerca de 109 mil volumes, incluindo aproximadamente 4 mil volumes de obras raras. Entre elas estão publicações históricas dos séculos XVI ao XIX e importantes trabalhos relacionados ao estudo da flora brasileira.

Entre os destaques estão obras como a Flora Brasiliensis, de Carl Friedrich Philipp von Martius, a Florae Fluminensis, de Frei José Mariano da Conceição Vellozo, e uma obra sobre plantas medicinais de Pietro Andrea Mattioli, de 1565, considerada a mais antiga do acervo.

  • Museu do Jardim Botânico

Ocupando um casarão do início do século XX, próximo à entrada da Rua Jardim Botânico, onde anteriormente funcionava o Museu do Meio Ambiente, o edifício passou por um processo de revitalização antes de receber o novo espaço.

Sua exposição principal, “Muito mais que um jardim”, apresenta de maneira moderna e interativa o trabalho desenvolvido pelo Jardim Botânico na pesquisa, conhecimento e conservação da flora brasileira. O percurso aborda as coleções vivas, expedições científicas, funcionamento dos laboratórios, espécies ameaçadas de extinção e os diferentes biomas brasileiros.

Entre os destaques estão uma maquete do Jardim Botânico 500 vezes menor que o espaço real, ilustrações botânicas históricas, microscópios e materiais que podem ser manipulados pelos visitantes.

  • Loja Amigos do Jardim

A Loja Amigos do Jardim, administrada pela Associação de Amigos do Jardim Botânico (AAJB), oferece livros, objetos de decoração, artigos infantis, roupas e lembranças relacionadas ao Jardim Botânico e à natureza. A renda da loja contribui para as atividades da associação e para ações de preservação e desenvolvimento da instituição.

Uma lembrança interessante é o Passaporte do Jardim Botânico, que pode ser carimbado conforme o visitante percorre diferentes pontos e atividades do parque. Em 2026, ele é vendido na loja por R$ 15. A Loja Amigos do Jardim funciona diariamente, em geral das 9h às 17h.


  • Melhor época para visitar o Rio

O Rio de Janeiro é conhecido por seu clima tropical, com temperaturas quentes durante a maior parte do ano e duas estações distintas: a estação seca (inverno) e a estação chuvosa (verão):

  1. Inverno (junho a setembro):
  • Essa é a estação seca no Rio de Janeiro, caracterizada por temperaturas mais amenas e menos chuvas.
  • Os meses de inverno podem ser agradáveis para atividades ao ar livre, como passeios em praias e caminhadas em trilhas, pois há menos chance de chuvas.
  • É uma época popular para turistas que desejam evitar o calor intenso do verão.
  1. Verão (dezembro a março):
  • Essa é a estação chuvosa no Rio de Janeiro, com temperaturas mais altas e maior umidade.
  • Os meses de verão são ideais para quem gosta de curtir praias, pois o clima quente convida a atividades aquáticas.
  • No entanto, esteja preparado para chuvas ocasionais e, às vezes, fortes, assim como maior lotação de turistas, devido a datas festivas como o Carnaval e o Reveillon.

Lembre-se de que o Rio é uma cidade animada e cheia de atrações durante todo o ano, portanto, a época da sua visita dependerá das suas preferências pessoais e disponibilidade de viagem. 😍


  • Onde se hospedar

A rede hoteleira do Rio de Janeiro é bastante diversificada, sendo uma das maiores da América do Sul, com opções que vão desde hotéis econômicos e hostels até hotéis de luxo 5 estrelas.

As regiões mais turísticas da cidade são as que abrigam a maior quantidade de hospedagens, sendo elas: Zona Sul, onde ficam os tradicionais e populares bairros de Copacabana e Ipanema; o Centro e região portuária; e a Zona Oeste, onde ficam a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes.

Abaixo deixo algumas sugestões para vocês:

  • Zona Sul

Orla Copacabana Hotel: localizado em frente a Praia de Copacabana, o hotel oferece piscina na cobertura, restaurante, academia, sauna e vista panorâmica para o Pão de Açúcar e para o mar. Há café da manhã.

El Misti Hostel Ipanema: oferece quartos compartilhados com banheiro privativo, bar e aluguel de bicicletas. O Posto 9 – Ipanema fica a 200 metros do hostel e a estação de metrô Nossa Senhora da Paz a 5 minutos a pé.

Hotel Arpoador: localizado a 100 metros da praia de Ipanema, este moderno hotel oferece bar e restaurante comandado pela chef Roberta Sudbrack, piscina na cobertura e alguns quartos com vista panorâmica do mar.

Injoy Suítes & Aparts Design: localizado a 500 metros da Praia de Botafogo e a 300 da estação de metrô Botafogo, oferece quartos com decoração funcional, jardim, cozinha e serviço de concierge.

Yoo2 Rio de Janeiro: localizado em frente à Praia de Botafogo e com uma vista do Pão de Açúcar e das Montanhas do Corcovado, oferece piscina ao ar livre, sauna, academia e bar na cobertura.

  • Centro

Vila Galé: localizado a 600 metros do Aqueduto da Carioca e do centro boêmio da Lapa, este hotel oferece piscina ao ar livre, bar, restaurante e quartos modernos.

Prodigy Hotel Santos Dumont: conectado ao Aeroporto Santos Dumont, oferece decoração moderna, piscina de borda infinita, centro de convenções e 2 restaurantes, um deles especializado em pratos internacionais.

Por el Mundo Hostel: localizado próximo a Escadaria Selarón oferece balcão de turismo, quartos para não fumantes, lounge compartilhado, bar, cozinha compartilhada, serviço de câmbio e quartos com ar-condicionado e guarda-roupa.

Ibis Rio de Janeiro Santos Dumont: localizado a 1 km do Aeroporto Santos Dumont, o hotel oferece restaurante, bar quartos com banheiro privativo e um business center.

Arosa Rio Hotel: localizado próximo a Marquês de Sapucai, palco dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial Carioca, oferece decoração clássica, academia, restaurante e café da manhã incluído.

  • Zona Oeste

Windsor Oceanico Hotel: este hotel de luxo conta com uma piscina ao ar livre e vista do mar, a 100 m da praia. Tem quartos com decoração contemporânea e conta com sauna, restaurante e academia.

Lagune Barra Hotel: este hotel 4 estrelas oferece piscina ao ar livre, academia, restaurante, bar, sauna e parquinho infantil. Alguns quartos tem vista para o mar.

Ibis Rio de Janeiro Parque Olimpico: localizado a 5 minutos de carro da Arena Jeunesse e a 10 do Parque Olímpico, oferece quartos com ar-condicionado e frigobar. Há um restaurante no local.

Américas Barra Hotel: este hotel 4 estrelas tem decoração moderna, bar, restaurante e piscina com vista panorâmica. Fica localizado na principal avenida da Barra da Tijuca.

Hotel Atlantico Sul: localizado em frente a Praia do Recreio dos Bandeirantes, oferece acomodação vista do mar, piscina, terraço, sauna, bar e restaurante.

Lembre-se de verificar a disponibilidade, preços e outras informações relevantes diretamente com as acomodações.


  • Você também irá gostar

Roteiro de um dia na Ilha de Paquetá, no coração da Baía de Guanabara

O que ver a fazer no bairro da Urca

Cristo Redentor: tudo que você precisa saber para visitá-lo

Conhecendo o Forte de Copacabana: o que ver e fazer

Veja como é a Trilha do Morro da Urca

Palácio do Catete e o Museu da República no Rio de Janeiro

Pantanal Carioca: passeio de lancha pela Lagoa da Tijuca

Sabores cariocas: tradição e requinte na Confeitaria Colombo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *